Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova dentro de mim um espírito inabalável. Sl 51.10
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Eis que estou à porta!
Devemos abrir nossos olhos para a palavra de Deus, pois através dela podemos ver como o Nosso Senhor Deus nos ama e quer que estejamos ao seu lado a todo momento, com isso nos dando proteção e nos abençoando a cada dia de nossas vidas. Amém!
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Ap 3.19-22
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Ap 3.19-22
sábado, 30 de junho de 2012
O amor de Deus para com a Humanidade!
Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. Amém!
Rm: 5.5-10
sábado, 23 de junho de 2012
Exortações da sabedoria a obedecer ao SENHOR
Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos; porque eles aumentarão os teus dias, e te acrescentarão anos de vida e paz. Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração. E acharás graça e boa compreensão diante de Deus e dos homens. Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio aos teus próprios olhos: teme ao SENHOR e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo, e refrigério para os teus ossos. Honra ao SENHOR com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda; e se encheram fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinhos os teus lagares. Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão. Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem. Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino. Mas preciosa é do que pérolas, e tudo o que podes desejar não é comparável ela.
Pv 3.1-15
Pv 3.1-15
quinta-feira, 7 de junho de 2012
O coração do homem.
O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos.
Pv. 16.1-3
Pv. 16.1-3
sábado, 10 de março de 2012
A velhice!
Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos do qual dirás: Não tenho neles prazer; antes que se escureçam o sol, a lua e as estrelas do esplendor da tua vida, e tornem a vir as nuvens depois do aguaceiro; no dia em que tremerem os guardas da casa, os teus braços, e se curvarem os homens outrora fortes, as tuas pernas, e cessarem os teus moedores da boca, por já serem poucos, e se escurecerem os teus olhos nas janelas; e os teus lábios, quais portas da rua, se fecharem; no dia em que não puderes falar em alta voz, te levantares à voz das aves, e todas as harmonias, filhas da música, te diminuírem; como também quando temeres o que é alto, e te espantares no caminho, e te embranqueceres, como floresce a amendoeira, e o gafanhoto te for um peso e te perecer o apetite; porque vias à casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade.
Ec 12.1-8
Assinar:
Postagens (Atom)
